segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Empresas que promoverem hábitos saudáveis poderão ter desconto no IR

O que previ ha anos, já pode acontecer num futuro bem próximo. o nosso Corpo foi criado para o movimento, e se ficarmos parados morreremos mais cedo sem viver a vida. Pensando em melhorar a vida do treabalhador e aumentar a renda do País, o deputado João Arruda (PMDB-PR), apresentou o Projeto de Lei 2136/11), que abate no imposto das empresas que investir em atividades físicas de seus funcionários. Os Exercícios Físicos regulares, são os meios mais eficazes e saudável para se manter a produtividade, a saúde, a funcionalidade do organismo humano e a qualidade de vida.
Veja abaxo, a Linda matéria que copiei sobre o incentivo dos Exercícios Físicos nas Empresas, isso sim, é investir em saúde.

Empresas que promoverem hábitos saudáveis poderão ter desconto no IR

A Câmara analisa projeto que concede abatimento no Imposto de Renda (IR) para empresas que mantiverem estrutura para a realização de atividades físicas, além de profissional de educação física e nutricionista para acompanhamento dos funcionários.Pela proposta (Projeto de Lei 2136/11), do deputado João Arruda (PMDB-PR), o desconto será de 1% sobre o valor total a ser recolhido ao IR, para empresas de médio e grande porte; e de 3% sobre o valor total a ser recolhido por micro e pequenas empresas.

Para receber o abatimento, as empresas terão de comprovar, mediante declaração por escrito dos profissionais da educação física e de nutrição, que pelo menos 50% dos seus funcionários estão efetivamente gozando dos benefícios oferecidos.

O texto diz ainda que o funcionário que realizar atividades físicas utilizando a estrutura disponibilizada pela empresa ou estrutura de academia terceirizada, às expensas das empresas, deverá obrigatoriamente ser acompanhado por profissional de educação física. Além disso, cada funcionário deverá ser atendido individualmente pelo profissional de nutrição, não bastando a contratação do profissional para atuar junto ao refeitório da empresa.

Aumento da produção

Segundo o autor, algumas empresas já concedem benefícios semelhantes a seus funcionários, como os bancos Itaú e Bradesco e a BS Colway, empresa do ramo de pneumáticos instalada no Paraná, e os resultados positivos são "visíveis". Com a implementação de projeto semelhante, além da concessão de alguns outros benefícios, como o fornecimento de Plano de Saúde aos trabalhadores, a BS Colway teve um aumento da ordem de cerca de 10% em sua produção.

De acordo com o deputado, o desconto no IR não causará prejuízos ao governo federal, na medida em que os custos com saúde, afastamento e pensões dos trabalhadores serão reduzidos. "A prática esportiva e a alimentação correta proporcionam significativa redução nos problemas causados pelo esforço repetitivo, pela baixa imunidade e muitos outros problemas de saúde, que engrossam as filas do Sistema Único de Saúde e do INSS", afirma.

Tramitação

De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; Constituição e Justiça e de Cidadania; e Finanças e Tributação, inclusive no seu mérito.




Fonte:Agência Câmara de Notícias 21/12/2011

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Em pé de guerra: Indios reevindicam permanência da atual equipe do pólo indigena

Mas uma matéria da sacanagem que querem fazer com a saúde Indígena.
Fonte: Sena em Destaque.
Revoltados com o resultado da Análise Curricular feita no município de Manoel Urbano para a escolha da equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena e equipe de apoio, onde tinha como foco principal os currículos e anos de experiências na área. Fato este que após ser divulgado o resultado não aconteceu, onde os experimentes não foram nem se quer foram classificados.
Indígenas kulinas das aldeias do alto rio Purus de Manoel Urbano, chegaram em grande massa ao município de Manoel Urbano para reivindicarem a permanência da atual equipe e que continuem trabalhando com eles.

Os indígenas lotaram a Câmara Municipal onde pediram as autoridades dos poderes Legislativo e Executivo, que tomem as devidas providências cabíveis o mais rápido possível para que a equipe que vem trabalhando a anos com os mesmos possam permanecer no cargo.
O Cacique da aldeia Huará falou em nome de todos e disse que a atual equipe do Pólo Base de Manoel Urbano tem prestado relevantes serviços a sua comunidade o qual vem sendo muito satisfatório, como também a equipe já esta acostumada com o nosso povo e conhece a nossa realidade.
“ Não queremos outras pessoas descompromissada com a saúde da nossa comunidade, pois a atual equipe vem fazendo um bom trabalho. ''viemos pra luta, segurar nossa equipe de saúde do polo,porque é importante'' Disse o Cacique em tom alto e claro.
O Espaço esta aperto para que os órgão responsáveis também possam colocar suas verssões
Redação

terça-feira, 29 de novembro de 2011

DESCASOS COM A SAÚDE DOS POVOS INDÍGENAS EM MANOEL URBANO

Os Povos Indígenas são os verdadeiros donos das terras ou das riquezas Brasileiras. Mas não teem o direito, nem de opinar sobre o pessoal que vai trabalhar com seus povos.
Não sabemos muito bem quem são os responsáveis, mas tiraram as pessoas realmente comprometida com os povos indígenas, para colocar gente que pensa apenas em ganhar dinheiro em cima destes povos. Veja o manifesto abaixo.
Manifesto

Ato Público da Equipe Multidisciplinar da Saúde Indígena (EMSI) do Município de Manoel Urbano contra a forma que foi selecionada os candidatos a compor a nova EMSI no Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Rio Purus (DSEI-ARPU).

A Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena e equipe de apoio e demais subscritos que acompanha nosso trabalho em consonância aos princípios que rege o edital divulgado no site da instituição organizadora da seleção de candidatos a concorrerem às vagas para compor as equipes multidisciplinares de saúde indígena do Distrito Sanitário Especial Indígena Alto Rio Purus (DSEI- ARPU). Atentos a recente classificação divulgado no site da instituição. Vêm publicamente reiterar seu posicionamento em defesa da contratação da atual equipe, tendo em vista o seguinte:

1-    Sabedores dos requisitos para classificação que tem pontuação máxima de 11 pontos, sendo os critérios: experiência em saúde indígena comprovada, de preferência que trabalhem com as etnias do DSEI- ARPU. No total de 08 pontos. Sendo que poderia ainda adquiri mais 3 pontos com especialização em saúde indígena/ Pública ou Coletiva; 2 pontos se estiver cursando especialização em saúde indígena/ Pública ou Coletiva.

2-    Na lista de classificação a maioria tem a mesma quantidade de pontos, pergunta-se: o tempo de serviço em área indígena o contato e o conhecimento dos profissionais que estão trabalhando há anos com essa população podem ficar nas últimas colocações? Fato, estou a seis (06) anos tenho a mesma escolaridade fico classificado abaixo de um profissional que está trabalhando apenas seis (06) meses, que tipo de critérios foram usados para julgarem dessa forma.  estou a sete (7) anos trabalhando e mostrando um bom resultado por que estou fora das vagas?

3-    O Estado e a União investem anos em um profissional com capacitação, cursos, atualizações e apenas uma análise de currículo diz que esse profissional está demitido; como fica a carreira de uma pessoa que há anos se dedica integralmente aos trabalhos dentro da aldeia indígena, e simplesmente é substituído por outro por questões ainda desconhecidas, porque essa seleção não está de acordo com o edital, muito menos com as políticas públicas, que deveria valorizar os profissionais, principalmente aqueles que trabalham em locais de difícil acesso com uma população diferenciada e de alto risco de morbimortalidade.

Diante de todas as considerações acima, a EMSI e todos os abaixo subscritos reafirmam sua oposição a toda e qualquer irregularidade a esta contratação.

Conclamamos ao nosso Senador Jorge Viana, o Governador Tião Viana e demais autoridades que tomem ciência de todos os acontecimentos em relação à saúde indígena do estado. Tomem providências de ordem político administrativo para que essa seleção seja realizada de forma transparente e justa, pois somos competentes e sabemos das necessidades da população para qual prestamos assistência à saúde há muitos anos, uma equipe que está fazendo um excelente trabalho em longo prazo não pode ser desfeita da forma que está sendo.

1.     Neiva da Silva e Silva – Enfermeira trabalhou em área indígena de 2005 a 2008 e gerencia o Pólo Base de Manoel Urbano de 2008 a 2011.

2.    Mirian Martins dos Santos – Enfermeira trabalha em área indígena com os Kulinas desde 2009.

3.    Ana Lécia Nogueira do Nascimento – Téc. De Enfermagem, trabalha em área indígena desde 2006.

4.    Rozinete Maria Carvalho dos Santos – Téc. De Enfermagem e Aux. De Saúde Bucal trabalha área indígena desde 2007.

5.    Clemildo Martins dos Santos - Presta serviço de motorista e Barqueiro há mais de dez anos.

6.    Jair Brandão de Souza - Presta serviço de motorista e Barqueiro desde 2007.

7.    Maria Alvanir da Costa - Presta serviço de cozinheira desde 2006.

8.    Cristiane Farias da Silva- Presta serviço de cozinheira desde 2010.

9.    Raimundo Francisco Adrião- Motorista da Funasa desde 1983.

10. Edilene Ad Víncola da Silva – Diretora da Unidade Mista de Manoel Urbano desde 2009.

11. Jamaica Castro Mendes – Gerente da Unidade Mista de Manoel Urbano desde 2008.

12. Dr. Luis Fernando Borjas Gomez – Médico da Unidade Mista de Manoel Urbano desde 1995.

13. Silvana Taumaturgo dos Santos- Assistência Social do município desde 2009.

14. Úrsula Saady de Souza – Enfermeira do município desde 2008.

15. Irmã Fátima- Paróquia da Nossa senhora da Penha.

16. Severina Selma da Costa de Araujo - Presidenta da Câmara Municipal.

17. Chico Mendes – Prefeito Municipal de Manoel Urbano.   

18. Francisco Kulina – Conselheiro Distrital de Manoel Urbano.

19. Cledson Santos de Menezes – Vereador do Partido PSB.

20. Charliton Brandão de Souza – Ex-secretário de Saúde Municipal.

21. Maria Vaneina Brandão de Souza – Secretária de Saúde Municipal.



Manoel Urbano 28 de Novembro de 2011

Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena de Manoel Urbano

terça-feira, 15 de novembro de 2011

XI JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS

De 04 a 12 de novembro de 2011, participei do XI Jogos dos Povos Indígenas Porto Nacional TO. Uma experiência muito gratificante, conhecer a cultura indígenas, seus costumes e conviver com eles durante 10 dias.




quinta-feira, 13 de outubro de 2011

PESQUISA MOSTRA QUE A MAIORIA DOS BRASIELIROS ESTÁ LONGE DOS ESPORTES


Publicada em: 11/10/2011 às 10h58m
Autor: Comunicação - CONFEF

Maioria dos brasileiros está longe dos esportes


Embora o país esteja prestes a receber dois dos maiores eventos mundiais do esporte -as Olimpíadas e a Copa do Mundo-, 62,6% dos brasileiros não praticam nenhuma de suas modalidades.

A conclusão é de um estudo feito pela consultoria de marketing esportivo Sport+Markt, que entrevistou mais de 46 mil pessoas em todos os Estados do país.

E, se o brasileiro anda sedentário, a situação da brasileira é ainda mais preocupante. Apenas 27,6% das mulheres fazem regularmente algum tipo de esporte.

"Muitas mulheres ainda dedicam parte do seu dia a outros afazeres, como cuidar da casa e da família, o que acaba se refletindo no resultado final", disse Cesar Gualdani, sócio-diretor da empresa, com base no que a equipe da pesquisa ouviu de justificativa das participantes.

Além do gênero, o nível econômico e a faixa etária também influenciam na prática esportiva. O estudo mostrou que as pessoas mais ativas são as que têm condição financeira mais elevada.

O Sul é a região proporcionalmente com a maior quantidade de pessoas praticando esportes, quase 54% dos homens e 32% das mulheres. Entre os homens, a cidade de São Paulo ocupa a terceira posição na lista das capitais mais esportivas. Com 54,5% deles praticando alguma modalidade, fica atrás apenas de Porto Alegre (61%) e de Florianópolis (54,9%).

As mulheres paulistanas não são tão ativas -com 25,6%, a cidade ocupa a nona posição na lista encabeçada por Florianópolis, que tem Santos na sétima posição.

Apesar das praias, as cariocas ocupam apenas a 15ª colocação no ranking. "Esse resultado é preocupante. A obesidade hoje é uma epidemia no Brasil. Precisamos aproveitar a visibilidade dos grandes eventos esportivos para divulgar a importância de se exercitar", disse Jorge Steinhilber, presidente do Conselho Federal de Educação Física.

Como esperado, futebol lidera com folga a preferência nacional

O futebol reina absoluto entre os esportes mais praticados no país. Sua versão "tradicional" -de campo- é praticada por 11,6% dos brasileiros e lidera a lista das modalidades favoritas.

O futsal vem logo atrás, na terceira posição, praticado por 6,4% das pessoas. O chamado futebol society (jogado em grama sintética e com sete jogadores) ocupa a quinta colocação, com 2,8%.

Apesar do domínio da bola no pódio, a corrida e a caminhada também mostraram sua força. Agrupadas na mesma categoria que o atletismo, as modalidades estão na vice-liderança, sendo praticadas por 6,5% dos brasileiros.

Considerando só as mulheres, o grupo corrida/caminhada/atletismo é o mais praticado e lidera com folga em todas as regiões do país. "Corrida e caminhada são mais simples de começar porque não precisam de uma grande estrutura material ou de aparelhos", avalia Jorge Steinhilber, presidente do Conselho Federal de Educação Física.

Ele alerta, porém, que apesar da aparente simplicidade é importante ter orientação de um profissional. "Se mal executados, esses exercícios podem facilmente provocar uma lesão", disse.

De acordo com Steinhilber, do ponto de vista da saúde, não existe uma modalidade melhor do que a outra. Alguns esportes, como o remo e a natação, no entanto, são mais completos porque trabalham praticamente todos os grupos musculares. Enquanto a natação é praticada por apenas 1,7% dos brasileiros, o remo não tem nem um lugar só seu na lista. Ele aparece agrupado em "outros", que são praticados por 2,5% das pessoas.

Capital do skate

São Paulo é a cidade onde há mais gente andando de skate, com 1,2% de adeptos. "São Paulo tem essas características urbanas que favorecem o esporte", explica Cesar Gualdani, da Sport+Markt, a consultoria que realizou o estudo.

Santos, no litoral paulista, é a cidade que tem proporcionalmente mais surfistas (2,9%). Já Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, é a cidade com mais homens jogando basquete.

Fonte: Folha de S. Paulo


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O Design do Mobiliário Escolar e sua Influência na Ergonomia da Sala de Aula




Posted: 06 Sep 2011 08:30 AM PDT

A criança, a família e a condição social sempre foram apontadas como as principais responsáveis pela repetência escolar, no entanto, se verifica que a questão é muito mais complexa, e que não se pode isentar da responsabilidade o ambiente da sala de aula e a arganização do sistema educacional.

A saúde escolar é um conjunto de atividades desenvolvidas por uma equipe multiprofissional, envolvendo inclusive o professor, que visa a promover, proteger e recuperar a saúde do ser humano em idade escolar, que está dentro ou fora da escola, da maneira mais precoce possível, através de ações engativas e assistenciais, que levem em conta suas origens e a realidade da vida, interagindo com os recursos institucionais disponíveis na comunidade, assim como a família buscando influir, de maneira decisiva, no ambiente físico e emocional da escola, no processo de ensino, da saúde e na assistência integral à saúde pessoal da criança.

De acordo com a Lei das Diretrizes e Bases da Educação, o calendário escolar anual tem que ter, obrigatoriamente, duzentos dias letivos, com no mínimo quatro horas por dia e duração de 11 anos para a conclusão da educação básica, sem contar a desistência e repetência. A maior parte deste tempo os alunos passam sentados em um mobiliário escolar inadequado, principalmente quando não atendem às especificações da NBR 14006 quanto aos parâmetros antropométricos de seus usuários. O mobiliário escolar é sem dúvida um elemento essencial e de suma importância no processo educacional, pois é o responsável pelo conforto físico e psicológico do aluno, favorecendo seu aprendizado e deve ser saudável, adequado ao uso e ao conteúdo do pedagógico da escola.


Figura 01 – Aluno do 12º ano e do 6º ano – Desconfortos oriundos de diferentes medidas antropométricas utilizando o mesmo mobiliário escolar.

Os espaços educacionais devem proporcionar um ambiente confortável aos seus usuários, para que assim proporcione um melhor rendimento escolar em todos os seus seguimentos de ensino em todas as classes sociais, visto que o crescimento também é afetado por questões nutricionais. No Brasil infelizmente são utilizados mobiliários inadequados, não respeitando a antropometria dos usuários, comprometendo os estudos dos escolares por estarem expostos às situações constrangedoras tanto para a realização da escrita, da leitura e para a própria postura, contribuindo para o surgimento de patologias na fase de crescimento.

Fatores relacionados ao bem estar e saúde poderá causar um prejuízo significativo no rendimento escolar, pois crianças e adolescentes com sintomas cotidianos de dores, não despertará interesse em assimilar conteúdos, visto que a concentração e vontade de aprender será prejudicada. Por este motivo deve-se oferecer mobiliários que se adaptem ao ser humano e ao seu trabalho para que, assim, seja possível evitar danos à saúde, principalmente na idade escolar, que é uma fase de crescimento, pois, de acordo com o avanço dos anos, vai se tornando mais difícil obter resultados em termos de correção postural, devido a definição do crescimento ósseo. Os constrangimentos, em virtude da postura sentada na escola, têm influência direta do mobiliário utilizado, pois um mobiliário escolar inadequado é o principal causador do desconforto nas costas, pernas, braços, pescoço, ombros e pés.

Mobiliários escolares não devem ser dimensionados para o usuário médio, pois este não existe. Pois as pessoas que se enquadram nas medidas antropométricas de percentil 5% e 95%, não são atendidas, e terão afetada a sua saúde diminuindo seu rendimento escolar. Assim a manutenção de uma postura corporal desconfortável pode ser o principal fator da hiperatividade, falta de interesse e queda no rendimento escolar. Neste sentido para que um mobiliário seja considerado adequado, ele deve proporcionar uma facilidade de movimentação do corpo, com o mínimo de esforço e que possibilite adequação ergonômica.

Torna-se importante conscientizar políticos e toda a comunidade escolar das consequências de um mobiliário escolar com design inadequado, alertando, que toda criança necessita de uma escola segura, confortável e alegre para que seu objetivo, que é educar, seja plenamente atingido.


quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O Design do Mobiliário Escolar e sua Influência na Ergonomia da Sala de Aula

este tema precisa de atenção especial, pois muitas crianças adquirem problemas de postura e de coluna em geral na cadeira da escola.já chegui a discutir isto em curso de formação continuada aqui no acre, mas não deram muita atenção.A FIEP do Brasil postou a matéria abaixo no seu portal alertando a sociedade.

A criança, a família e a condição social sempre foram apontadas como as principais responsáveis pela repetência escolar, no entanto, se verifica que a questão é muito mais complexa, e que não se pode isentar da responsabilidade o ambiente da sala de aula e a arganização do sistema educacional.
A saúde escolar é um conjunto de atividades desenvolvidas por uma equipe multiprofissional, envolvendo inclusive o professor, que visa a promover, proteger e recuperar a saúde do ser humano em idade escolar, que está dentro ou fora da escola, da maneira mais precoce possível, através de ações engativas e assistenciais, que levem em conta suas origens e a realidade da vida, interagindo com os recursos institucionais disponíveis na comunidade, assim como a família buscando influir, de maneira decisiva, no ambiente físico e emocional da escola, no processo de ensino, da saúde e na assistência integral à saúde pessoal da criança.
De acordo com a Lei das Diretrizes e Bases da Educação, o calendário escolar anual tem que ter, obrigatoriamente, duzentos dias letivos, com no mínimo quatro horas por dia e duração de 11 anos para a conclusão da educação básica, sem contar a desistência e repetência. A maior parte deste tempo os alunos passam sentados em um mobiliário escolar inadequado, principalmente quando não atendem às especificações da NBR 14006 quanto aos parâmetros antropométricos de seus usuários. O mobiliário escolar é sem dúvida um elemento essencial e de suma importância no processo educacional, pois é o responsável pelo conforto físico e psicológico do aluno, favorecendo seu aprendizado e deve ser saudável, adequado ao uso e ao conteúdo do pedagógico da escola.

Figura 01 – Aluno do 12º ano e do 6º ano – Desconfortos oriundos de diferentes medidas antropométricas utilizando o mesmo mobiliário escolar.
Os espaços educacionais devem proporcionar um ambiente confortável aos seus usuários, para que assim proporcione um melhor rendimento escolar em todos os seus seguimentos de ensino em todas as classes sociais, visto que o crescimento também é afetado por questões nutricionais. No Brasil infelizmente são utilizados mobiliários inadequados, não respeitando a antropometria dos usuários, comprometendo os estudos dos escolares por estarem expostos às situações constrangedoras tanto para a realização da escrita, da leitura e para a própria postura, contribuindo para o surgimento de patologias na fase de crescimento.
Fatores relacionados ao bem estar e saúde poderá causar um prejuízo significativo no rendimento escolar, pois crianças e adolescentes com sintomas cotidianos de dores, não despertará interesse em assimilar conteúdos, visto que a concentração e vontade de aprender será prejudicada. Por este motivo deve-se oferecer mobiliários que se adaptem ao ser humano e ao seu trabalho para que, assim, seja possível evitar danos à saúde, principalmente na idade escolar, que é uma fase de crescimento, pois, de acordo com o avanço dos anos, vai se tornando mais difícil obter resultados em termos de correção postural, devido a definição do crescimento ósseo. Os constrangimentos, em virtude da postura sentada na escola, têm influência direta do mobiliário utilizado, pois um mobiliário escolar inadequado é o principal causador do desconforto nas costas, pernas, braços, pescoço, ombros e pés.
Mobiliários escolares não devem ser dimensionados para o usuário médio, pois este não existe. Pois as pessoas que se enquadram nas medidas antropométricas de percentil 5% e 95%, não são atendidas, e terão afetada a sua saúde diminuindo seu rendimento escolar. Assim a manutenção de uma postura corporal desconfortável pode ser o principal fator da hiperatividade, falta de interesse e queda no rendimento escolar. Neste sentido para que um mobiliário seja considerado adequado, ele deve proporcionar uma facilidade de movimentação do corpo, com o mínimo de esforço e que possibilite adequação ergonômica.
Torna-se importante conscientizar políticos e toda a comunidade escolar das consequências de um mobiliário escolar com design inadequado, alertando, que toda criança necessita de uma escola segura, confortável e alegre para que seu objetivo, que é educar, seja plenamente atingido.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

PESQUISAS COMPROVAM A IMPORTANCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL PARA O COMBATE DA OBESIDADE E PARA PROMOÇÃO DE UM ESTILO DE VIDA SAUDÁVEL

a cada pesquisa que se realiza, cresce a comprovação e o reforço da importancia dos Exercícios Físicos para evitar as doenças que mais prejudicam a sociedade. Exercicio Físico bem orientado é fator determinante para a saúde e a qualidade de vida. veja na materia abaixo sobre os benefícios sociais e econômico que os exercicios regulares podem promover à sociedade.
Ensinar alunos do ensino fundamental sobre a importância de comer alimentos saudáveis, fazer atividades físicas e passar menos horas em frente à TV pode significar uma economia considerável aos cofres públicos. De acordo com uma pesquisa publicada no periódico Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, programas voltados à prevenção da obesidade e dos distúrbios alimentares entre jovens são mais econômicos do que o custo dos tratamentos para essas doenças.

A análise econômica, realizada por S. Bryn Austin, epidemiologista do Hospital da Criança de Boston, e por Li Yan Wang, economista da área de saúde, teve como base o programa Planet Health. Desenvolvido pela Escola de Saúde Pública de Harvard, o Planet Health é um projeto com o intuito de tornar professores capazes de guiar os alunos do ensino fundamental na escolha de alimentos mais saudáveis, no aumento das atividades físicas e em evitar o sedentarismo em frente à TV. Ele fornece ainda treinamento a esses professores, planos de aulas, materiais e o Fit Check, uma ferramenta de autoavaliação para os próprios alunos.

Pesquisa – Os pesquisadores utilizaram dados de um estudo randomizado em 10 escolas de Massachusetts, das quais cinco haviam adotado o Planet Health e as outras cinco não (grupo controle). Descobriu-se, então, que as meninas com sobrepeso nas escolas com Planet Health tinham duas vezes mais chances de voltarem aos seus pesos ideais. Elas apresentaram também metade dos riscos de uso de remédios para controle do peso. Os efeitos não foram estatisticamente significativos para os garotos. "Ficamos surpresos e encorajados ao ver o quão protetor o Planet Health foi para os transtornos alimentares em garotas”, diz Austin.

A bulimia é um dos principais problemas alimentares encontrados na juventude. O distúrbio costuma ter início com alguns comportamentos específicos, como uso de remédios para emagrecer ou purgativos. A doença pode colocar em risco a vida do pacientes e traz uma série de complicações médicas, tais como desidratação, desequilíbrio do organismo, distúrbios do ritmo cardíaco, erosão dentária e disfunção intestinal. “As desordens alimentares podem ser crônicas e caras de se tratar. Isso costuma ser um grande fardo financeiro sobre os indivíduos, seus familiares e sociedade”, diz Austin.

Economia

Austin e Wang estimaram que 3,4% das garotas no programa seriam prevenidas de desenvolver distúrbio alimentares com a idade de 13 anos e meio. Os pesquisadores se basearam em números do estudo original randomizado sobre o Planet Health: sete das 254 garotas no Planet Health (2,8%) desenvolveram desordens alimentares, frente a 14 das 226 meninas das escolas de controle (6,2%). Ancorados em conhecimentos atuais sobre a progressão dos transtornos alimentares, eles calcularam que um caso de bulimia seria prevenido na idade de 17 anos entre as 254 garotas.

Considerando os custos dos tratamentos usuais – que podem ser de dezenas de milhares de dólares –, Austin e Wang estimaram que uma média de 34.000 dólares seriam economizados ao se prevenir que apenas uma garota das cinco escolas do Planet Health desenvolvesse bulimia nervosa. Acrescentando à conta achados anteriores de Wang que estimaram uma economia de 27.042 dólares na prevenção da obesidade nas mesmas cinco escolas, o programa traria, assim, uma economia líquida de 14.238 dólares – já subtraídos o custo do programa nas escolas de 46.803 dólares.

“Como os distúrbios alimentares podem ser caros de se tratar, prevenir apenas um caso nas cinco escolas com o programa se traduziu em uma redução de custos médicos de 34.000 dólares”, diz Austin. “Mas se nós intensificarmos os custos para, digamos, 100 escolas do ensino fundamental em Massachusetts, a redução dos custos médicos pela prevenção da bulimia seria de mais de meio milhão de dólares. Se elevarmos isso a níveis nacionais, para digamos 1.000 escolas, o potencial de redução dos custos é considerável.”
fonte: portal da Educação Física

domingo, 24 de abril de 2011

Vigitel 2010: 14,2% dos brasileiros são sedentários

A maioria dos governos sabem que o Exercício Físico é a forma mais econômica, mas saudável e mais eficaz para se evitar e reverter as doenças que mais aflinge a humanidade. sabem tambem que o sedentrismo e a obesidade matam mais que qualquer outra enfermidade, ser sedentário é mais prejudicial do que ser fumante.
Não consigo entender porque continuam investindo nas doenças. deve ser porque ganham mais com as doenças do que com a saúde. Pra eles, é mais lucrativo ter um monte de gente doente do que saudável, vem mais dinheiro pra comprar remédio do que pra programas de promoção e manutenção da Saúde. então vido dinheiro pra comprar remédio os governos pode deixar de compra uma parte e desviar os restante daverba, e o paciente que gaste do seu próprio bolso.

O Ministério da Saúde divulgou no dia 18 de abril (segunda-feira) os dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que em 2010 entrevistou 54.339 adultos, nas 27 capitais. O Vigitel é realizado anualmente, desde 2006, pelo Ministério, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP).
O Vigitel 2010 mostrou que 14,2% dos adultos são sedentários, ou seja, pessoas que não fazem nenhuma atividade física no tempo livre, no deslocamento diário ou em atividades como a limpeza da casa e trabalho pesado. Outro indicador de sedentarismo é ver televisão por mais de três horas ao dia, hábito referido por 30,2% dos homens e 26,5% das mulheres.


Além disso, apenas 14,9% dos adultos são ativos no tempo livre, com maior proporção nos homens (18,6%) em relação às mulheres (11,7%). A OMS recomenda a prática de 30 minutos de atividade física, em cinco ou mais dias por semana. “Por isso, o Ministério da Saúde têm priorizado ações educativas para promoção da saúde e da atividade física”, afirma Deborah Malta, coordenadora de Vigilância de Agravos e Doenças Não Transmissíveis, da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde.

Fonte: Ministério da Saúde

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Ministério da Saúde lança programa para estimular a prática de atividade física

O Ministério da Saúde lançou em 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, em Brasília, o programa Academia da Saúde. O projeto estimula a criação de espaços adequados para prática de atividade física e de lazer, a exemplo de iniciativas bem sucedidas realizadas em cidades como Recife, Aracaju e Belo Horizonte.

O lançamento do “Academia da Saúde” faz parte das estratégias do governo federal para a promoção da saúde, prevenção de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, além de potencializar elementos da cultura local para produção de escolhas saudáveis pela população beneficiada com as ações.

O programa prevê a implantação de infraestruturas, denominadas pólos, que possuem espaços para realização de atividades individuais e coletivas, e equipamentos para alongamentos e outras atividades físicas e de lazer, com a orientação de profissionais qualificados.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

ESCOLINHA DE FUTEBOL DO BANGU - JOGOS EDUCATIVOS




O SEGUNDO DIA DA ESCOLINHA DE FUTEBOL DO BANGU, TURMA DA MANHÃ.
PARTICIPARAM DA AULA O PROFESSORES: ESTEVO, CASTRO, TEREZINHA, EVERILDA E O PRESIDENTE DO BANGU.
QUEREMOS ATRAVÉS DESTE BLOG, AGRADECER DE CORAÇÃO OS PAIS QUE ESTÃO NOS AJUDANDO.

ESCOLINHA DE FUTEBOL DO BANGU: ENSINANDO VALORES POR MEIO DO ESPORTE




O SEGUNDO DIA DA ESCOLINHA DE FUTEBOL DO BANGU, TURMA DA MANHÃ.
PARTICIPARAM DA AULA O PROFESSORES: ESTEVO, CASTRO, TEREZINHA, EVERILDA E O PRESIDENTE DO BANGU.
QUEREMOS ATRAVÉS DESTE BLOG, AGRADECER DE CORAÇÃO OS PAIS QUE ESTÃO NOS AJUDANDO.

domingo, 10 de abril de 2011

ESCOLINHA DE FUTEBOL DE BASE DO BANGU: ENSINANDO VALORES ATRAVÉS DO ESPORTE






ESCOLINHA DE FUTEBOL DE BASE DO BANGU: ENSINANDO VALORES ATRAVÉS DO ESPORTE irá usar a metodologia da participação e do lazer, não pretendemos que os alunos aprendam apenas a jogar Futebol, mas acima de tudo, gostem de aprender e aprendam valores para a vida inteira. Para isto contamos com pessoas qualificadas e que tem conduta ilibada na sociedade Acreana e Guiomarense, dentre eles, 02 Profissionais de Educação Física; 02 Pedagogos e um Biólogo além de outros profissionais de referência do futebol (Estevão Batista, Carlos Cezar e Marcio Batista).
BENEFICIÁRIOS DO PROJETO

O projeto se destina potencialmente as crianças e adolescentes das escolas Estaduais e Municipais do Município de Senador Guiomard, na faixa etária de 7 a 16 anos, tendo que comprovar freqüência, disciplina e bom rendimento escolar, através da apresentação bimestral dos boletins para o orientador-treinador e para uma comissão formada pelos pais, professores e membros da comissão do Bangu.

INOVAÇÃO
A novidade maior deste projeto é a inclusão do futebol feminino que ainda é uma raridade em nosso estado para esse público.


METAS
O Projeto ESCOLINHA DE FUTEBOL DE BASE DO BANGU: ENSINANDO VALORES ATRAVÉS DEO ESPORTE desenvolverá um trabalho contínuo e pioneiro, que sempre teve sua base em conceitos e noções de Responsabilidade Social. Sua meta é atender crianças e adolescentes de ambos os sexos, compreender que, feito o dever de casa de atender plenamente às necessidades de benefícios, lazer, maior valorização educacional com a redução de evasão e repetência escolar, juntamente com a integração da família e da comunidade.

Não basta apenas ensinar; é preciso ensinar bem.
Além de ensinar futebol a todos e ensinar bem, a tarefa educacional supõe preparar sempre para algo mais que a atividade específica da escola.
Para operacionalizar este projeto, há necessidade de parceiros (patrocínio) e a colaboração da Comunidade e Empresários, devido aos custos do mesmo:

Uma organização de sucesso deve se preocupar em buscar o bem-estar social através da valorização do colaborador. Para isto contou com ajuda dos Parceiros que contribuem com o projeto:
Grupo de Taxista de Senador Guiomard: (Kenenedi de Andrade Nunes, Francisco jailson de Oliveira (jair), Enio Gonsalves Ribeiro, Ermilson Neri Nolasco, Igor Inácio de Souza Bezerra (Igor); Raimundo Leite Martins (nogueira); Josivan Bandeira de frança (bandeirinha); Josias Martins de Arruda (Josias); Edimar Ribeiro da Silva, Sebastião Martins de Oliveira) (Mario).
Casa de Carne santo Antonio; Tenente Juarez Filho; Messias ramos do nascimento (Professor Messias), Everilda de Souza S. Neves, Francisco Castro Nunes (Professor Castro), Dr. Ednaldo de Souza Silva, Sebastião da Silva (BA), Estevão batista de Souza, James Pereira da Silva, Jorge da vila acre, José Roberto batista Bezzerra, André Felipe (Felipe). Marcelo Renato Coimbra, Luiz da Fogás, Francisco Flávio Ferreira, Gilberto costa (formiga), Everaldo de Souza Silva, Madalena do Chico Paulo, Audicélio (Filho do Dila). Professor Carlos Cezar Rodrigues da Costa, Polyana da Silva Costa, Professor Antonio Carlos da Silva costa, Hélio Gomes da Silva.
O padre Junior foi lá pretigiar e abençoar estas crianças.
Este é um verdadeiro Trabalho social do Bem.

ESCOLINHA DE FUTEBOL DE BASE DO BANGU; Ensinando valores através do Esporte






ESCOLINHA DE FUTEBOL DE BASE DO BANGU: ENSINANDO VALORES ATRAVÉS DO ESPORTE irá usar a metodologia da participação e do lazer, não pretendemos que os alunos aprendam apenas a jogar Futebol, mas acima de tudo, gostem de aprender e aprendam valores para a vida inteira. Para isto contamos com pessoas qualificadas e que tem conduta ilibada na sociedade Acreana e Guiomarense, dentre eles, 02 Profissionais de Educação Física; 02 Pedagogos e um Biólogo além de outros profissionais de referência do futebol (Estevão Batista, Carlos Cezar e Marcio Batista).
BENEFICIÁRIOS DO PROJETO

O projeto se destina potencialmente as crianças e adolescentes das escolas Estaduais e Municipais do Município de Senador Guiomard, na faixa etária de 7 a 16 anos, tendo que comprovar freqüência, disciplina e bom rendimento escolar, através da apresentação bimestral dos boletins para o orientador-treinador e para uma comissão formada pelos pais, professores e membros da comissão do Bangu.

INOVAÇÃO
A novidade maior deste projeto é a inclusão do futebol feminino que ainda é uma raridade em nosso estado para esse público.


METAS
O Projeto ESCOLINHA DE FUTEBOL DE BASE DO BANGU: ENSINANDO VALORES ATRAVÉS DEO ESPORTE desenvolverá um trabalho contínuo e pioneiro, que sempre teve sua base em conceitos e noções de Responsabilidade Social. Sua meta é atender crianças e adolescentes de ambos os sexos, compreender que, feito o dever de casa de atender plenamente às necessidades de benefícios, lazer, maior valorização educacional com a redução de evasão e repetência escolar, juntamente com a integração da família e da comunidade.

Não basta apenas ensinar; é preciso ensinar bem.
Além de ensinar futebol a todos e ensinar bem, a tarefa educacional supõe preparar sempre para algo mais que a atividade específica da escola.
Para operacionalizar este projeto, há necessidade de parceiros (patrocínio) e a colaboração da Comunidade e Empresários, devido aos custos do mesmo:

Uma organização de sucesso deve se preocupar em buscar o bem-estar social através da valorização do colaborador. Para isto contou com ajuda dos Parceiros que contribuem com o projeto:
Grupo de Taxista de Senador Guiomard: (Kenenedi de Andrade Nunes, Francisco jailson de Oliveira (jair), Enio Gonsalves Ribeiro, Ermilson Neri Nolasco, Igor Inácio de Souza Bezerra (Igor); Raimundo Leite Martins (nogueira); Josivan Bandeira de frança (bandeirinha); Josias Martins de Arruda (Josias); Edimar Ribeiro da Silva, Sebastião Martins de Oliveira) (Mario).
Casa de Carne santo Antonio; Tenente Juarez Filho; Messias ramos do nascimento (Professor Messias), Everilda de Souza S. Neves, Francisco Castro Nunes (Professor Castro), Dr. Ednaldo de Souza Silva, Sebastião da Silva (BA), Estevão batista de Souza, James Pereira da Silva, Jorge da vila acre, José Roberto batista Bezzerra, André Felipe (Felipe). Marcelo Renato Coimbra, Luiz da Fogás, Francisco Flávio Ferreira, Gilberto costa (formiga), Everaldo de Souza Silva, Madalena do Chico Paulo, Audicélio (Filho do Dila). Professor Carlos Cezar Rodrigues da Costa, Polyana da Silva Costa, Professor Antonio Carlos da Silva costa, Hélio Gomes da Silva.
O padre Junior foi lá pretigiar e abençoar estas crianças.
Este é um verdadeiro Trabalho social do Bem.

terça-feira, 29 de março de 2011

Atividade física diária melhora a autoestima das crianças e protege contra a depressão.

Corrida e esportes, como basquete e futebol, promovem o bem-estar das crianças.
Mais tempo de exercício diário resultam em aumento dos benefícios, aponta pesquisa.


Um estudo que acompanhou mais de 200 crianças com sobrepeso e sedentárias, entre idades de 7 e 11 anos, mostrou que entre 20 e 40 minutos de exercícios diários pode contribuir para a diminuição das chances de desenvolver depressão e aumentar consideravelmente a autoestima.

Os pesquisadores da Universidade de Ciências da Saúde da Georgia, EUA, afirmam que o estudo – que acompanhou essas crianças durante 13 semanas consecutivas – é o primeiro a demonstrar os benefícios que uma dose mínima de exercícios traz para combater para os sintomas da depressão e desenvolvimento de uma autoavaliação positiva de crianças. Mas os pesquisadores enfatizam: quanto mais tempo de exercício diário, melhor.

“Simplesmente levantar-se e fazer alguma atividade aeróbica mudou a relação que essas crianças sentiam sobre si mesmas”, diz Karen Petty, principal autora do estudo. “E o mais impressionante, as crianças envolvidas no estudo chegaram às mesmas percepções.”

Jogos, brincadeiras e esportes coletivos

A pesquisa focou atividades que fosse divertidas e que aumentassem a frequência cardíaca, como jogos envolvendo corrida, pular corda, basquete e futebol, e que normalmente combinam pequenos momentos de alta intensidade de exercício e períodos de leve descanso, sem interromper totalmente a atividade.

Os participantes avaliavam positivamente seus sentimentos sobre si próprios após cada sessão de exercícios. “Se você se sente melhor sobre você mesmo, é provável que isso se reflita no rendimento escolar, e talvez essas crianças possam até mesmo prestar mais atenção na aula”, diz Petty que, junto com sua equipe, analisou os dados.

Catherine Davis, outra pesquisadora envolvida no estudo, também comprovou que as atividades físicas não só melhoram o condicionamento físico e diminuem a gordura no corpo, mas também reduz o risco de diabetes dessas crianças, melhora a cognição e as deixa menos agressivas. “Nosso bem estar mental e físico estão interligados”, diz Davis. “O estudo mostra os benefícios de exercícios em qualquer idade.”

Os pesquisadores agora acompanham um outro grupo de crianças, que deverão ser observadas por, no mínimo, 8 meses. Eles procuram confirmar os dados da primeira pesquisa e controlar fatores que corroborem que foi o exercício, e não a atenção extra durante as sessões, que fez a diferença. Uma hipótese provável é que a combinação de ambos os fatores, além da interação social, são importantes para uma melhor imagem que essas crianças têm de si próprias.
A Tribuna News.com