segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Empresas que promoverem hábitos saudáveis poderão ter desconto no IR

O que previ ha anos, já pode acontecer num futuro bem próximo. o nosso Corpo foi criado para o movimento, e se ficarmos parados morreremos mais cedo sem viver a vida. Pensando em melhorar a vida do treabalhador e aumentar a renda do País, o deputado João Arruda (PMDB-PR), apresentou o Projeto de Lei 2136/11), que abate no imposto das empresas que investir em atividades físicas de seus funcionários. Os Exercícios Físicos regulares, são os meios mais eficazes e saudável para se manter a produtividade, a saúde, a funcionalidade do organismo humano e a qualidade de vida.
Veja abaxo, a Linda matéria que copiei sobre o incentivo dos Exercícios Físicos nas Empresas, isso sim, é investir em saúde.

Empresas que promoverem hábitos saudáveis poderão ter desconto no IR

A Câmara analisa projeto que concede abatimento no Imposto de Renda (IR) para empresas que mantiverem estrutura para a realização de atividades físicas, além de profissional de educação física e nutricionista para acompanhamento dos funcionários.Pela proposta (Projeto de Lei 2136/11), do deputado João Arruda (PMDB-PR), o desconto será de 1% sobre o valor total a ser recolhido ao IR, para empresas de médio e grande porte; e de 3% sobre o valor total a ser recolhido por micro e pequenas empresas.

Para receber o abatimento, as empresas terão de comprovar, mediante declaração por escrito dos profissionais da educação física e de nutrição, que pelo menos 50% dos seus funcionários estão efetivamente gozando dos benefícios oferecidos.

O texto diz ainda que o funcionário que realizar atividades físicas utilizando a estrutura disponibilizada pela empresa ou estrutura de academia terceirizada, às expensas das empresas, deverá obrigatoriamente ser acompanhado por profissional de educação física. Além disso, cada funcionário deverá ser atendido individualmente pelo profissional de nutrição, não bastando a contratação do profissional para atuar junto ao refeitório da empresa.

Aumento da produção

Segundo o autor, algumas empresas já concedem benefícios semelhantes a seus funcionários, como os bancos Itaú e Bradesco e a BS Colway, empresa do ramo de pneumáticos instalada no Paraná, e os resultados positivos são "visíveis". Com a implementação de projeto semelhante, além da concessão de alguns outros benefícios, como o fornecimento de Plano de Saúde aos trabalhadores, a BS Colway teve um aumento da ordem de cerca de 10% em sua produção.

De acordo com o deputado, o desconto no IR não causará prejuízos ao governo federal, na medida em que os custos com saúde, afastamento e pensões dos trabalhadores serão reduzidos. "A prática esportiva e a alimentação correta proporcionam significativa redução nos problemas causados pelo esforço repetitivo, pela baixa imunidade e muitos outros problemas de saúde, que engrossam as filas do Sistema Único de Saúde e do INSS", afirma.

Tramitação

De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; Constituição e Justiça e de Cidadania; e Finanças e Tributação, inclusive no seu mérito.




Fonte:Agência Câmara de Notícias 21/12/2011

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Em pé de guerra: Indios reevindicam permanência da atual equipe do pólo indigena

Mas uma matéria da sacanagem que querem fazer com a saúde Indígena.
Fonte: Sena em Destaque.
Revoltados com o resultado da Análise Curricular feita no município de Manoel Urbano para a escolha da equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena e equipe de apoio, onde tinha como foco principal os currículos e anos de experiências na área. Fato este que após ser divulgado o resultado não aconteceu, onde os experimentes não foram nem se quer foram classificados.
Indígenas kulinas das aldeias do alto rio Purus de Manoel Urbano, chegaram em grande massa ao município de Manoel Urbano para reivindicarem a permanência da atual equipe e que continuem trabalhando com eles.

Os indígenas lotaram a Câmara Municipal onde pediram as autoridades dos poderes Legislativo e Executivo, que tomem as devidas providências cabíveis o mais rápido possível para que a equipe que vem trabalhando a anos com os mesmos possam permanecer no cargo.
O Cacique da aldeia Huará falou em nome de todos e disse que a atual equipe do Pólo Base de Manoel Urbano tem prestado relevantes serviços a sua comunidade o qual vem sendo muito satisfatório, como também a equipe já esta acostumada com o nosso povo e conhece a nossa realidade.
“ Não queremos outras pessoas descompromissada com a saúde da nossa comunidade, pois a atual equipe vem fazendo um bom trabalho. ''viemos pra luta, segurar nossa equipe de saúde do polo,porque é importante'' Disse o Cacique em tom alto e claro.
O Espaço esta aperto para que os órgão responsáveis também possam colocar suas verssões
Redação

terça-feira, 29 de novembro de 2011

DESCASOS COM A SAÚDE DOS POVOS INDÍGENAS EM MANOEL URBANO

Os Povos Indígenas são os verdadeiros donos das terras ou das riquezas Brasileiras. Mas não teem o direito, nem de opinar sobre o pessoal que vai trabalhar com seus povos.
Não sabemos muito bem quem são os responsáveis, mas tiraram as pessoas realmente comprometida com os povos indígenas, para colocar gente que pensa apenas em ganhar dinheiro em cima destes povos. Veja o manifesto abaixo.
Manifesto

Ato Público da Equipe Multidisciplinar da Saúde Indígena (EMSI) do Município de Manoel Urbano contra a forma que foi selecionada os candidatos a compor a nova EMSI no Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Rio Purus (DSEI-ARPU).

A Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena e equipe de apoio e demais subscritos que acompanha nosso trabalho em consonância aos princípios que rege o edital divulgado no site da instituição organizadora da seleção de candidatos a concorrerem às vagas para compor as equipes multidisciplinares de saúde indígena do Distrito Sanitário Especial Indígena Alto Rio Purus (DSEI- ARPU). Atentos a recente classificação divulgado no site da instituição. Vêm publicamente reiterar seu posicionamento em defesa da contratação da atual equipe, tendo em vista o seguinte:

1-    Sabedores dos requisitos para classificação que tem pontuação máxima de 11 pontos, sendo os critérios: experiência em saúde indígena comprovada, de preferência que trabalhem com as etnias do DSEI- ARPU. No total de 08 pontos. Sendo que poderia ainda adquiri mais 3 pontos com especialização em saúde indígena/ Pública ou Coletiva; 2 pontos se estiver cursando especialização em saúde indígena/ Pública ou Coletiva.

2-    Na lista de classificação a maioria tem a mesma quantidade de pontos, pergunta-se: o tempo de serviço em área indígena o contato e o conhecimento dos profissionais que estão trabalhando há anos com essa população podem ficar nas últimas colocações? Fato, estou a seis (06) anos tenho a mesma escolaridade fico classificado abaixo de um profissional que está trabalhando apenas seis (06) meses, que tipo de critérios foram usados para julgarem dessa forma.  estou a sete (7) anos trabalhando e mostrando um bom resultado por que estou fora das vagas?

3-    O Estado e a União investem anos em um profissional com capacitação, cursos, atualizações e apenas uma análise de currículo diz que esse profissional está demitido; como fica a carreira de uma pessoa que há anos se dedica integralmente aos trabalhos dentro da aldeia indígena, e simplesmente é substituído por outro por questões ainda desconhecidas, porque essa seleção não está de acordo com o edital, muito menos com as políticas públicas, que deveria valorizar os profissionais, principalmente aqueles que trabalham em locais de difícil acesso com uma população diferenciada e de alto risco de morbimortalidade.

Diante de todas as considerações acima, a EMSI e todos os abaixo subscritos reafirmam sua oposição a toda e qualquer irregularidade a esta contratação.

Conclamamos ao nosso Senador Jorge Viana, o Governador Tião Viana e demais autoridades que tomem ciência de todos os acontecimentos em relação à saúde indígena do estado. Tomem providências de ordem político administrativo para que essa seleção seja realizada de forma transparente e justa, pois somos competentes e sabemos das necessidades da população para qual prestamos assistência à saúde há muitos anos, uma equipe que está fazendo um excelente trabalho em longo prazo não pode ser desfeita da forma que está sendo.

1.     Neiva da Silva e Silva – Enfermeira trabalhou em área indígena de 2005 a 2008 e gerencia o Pólo Base de Manoel Urbano de 2008 a 2011.

2.    Mirian Martins dos Santos – Enfermeira trabalha em área indígena com os Kulinas desde 2009.

3.    Ana Lécia Nogueira do Nascimento – Téc. De Enfermagem, trabalha em área indígena desde 2006.

4.    Rozinete Maria Carvalho dos Santos – Téc. De Enfermagem e Aux. De Saúde Bucal trabalha área indígena desde 2007.

5.    Clemildo Martins dos Santos - Presta serviço de motorista e Barqueiro há mais de dez anos.

6.    Jair Brandão de Souza - Presta serviço de motorista e Barqueiro desde 2007.

7.    Maria Alvanir da Costa - Presta serviço de cozinheira desde 2006.

8.    Cristiane Farias da Silva- Presta serviço de cozinheira desde 2010.

9.    Raimundo Francisco Adrião- Motorista da Funasa desde 1983.

10. Edilene Ad Víncola da Silva – Diretora da Unidade Mista de Manoel Urbano desde 2009.

11. Jamaica Castro Mendes – Gerente da Unidade Mista de Manoel Urbano desde 2008.

12. Dr. Luis Fernando Borjas Gomez – Médico da Unidade Mista de Manoel Urbano desde 1995.

13. Silvana Taumaturgo dos Santos- Assistência Social do município desde 2009.

14. Úrsula Saady de Souza – Enfermeira do município desde 2008.

15. Irmã Fátima- Paróquia da Nossa senhora da Penha.

16. Severina Selma da Costa de Araujo - Presidenta da Câmara Municipal.

17. Chico Mendes – Prefeito Municipal de Manoel Urbano.   

18. Francisco Kulina – Conselheiro Distrital de Manoel Urbano.

19. Cledson Santos de Menezes – Vereador do Partido PSB.

20. Charliton Brandão de Souza – Ex-secretário de Saúde Municipal.

21. Maria Vaneina Brandão de Souza – Secretária de Saúde Municipal.



Manoel Urbano 28 de Novembro de 2011

Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena de Manoel Urbano

terça-feira, 15 de novembro de 2011

XI JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS

De 04 a 12 de novembro de 2011, participei do XI Jogos dos Povos Indígenas Porto Nacional TO. Uma experiência muito gratificante, conhecer a cultura indígenas, seus costumes e conviver com eles durante 10 dias.




quinta-feira, 13 de outubro de 2011

PESQUISA MOSTRA QUE A MAIORIA DOS BRASIELIROS ESTÁ LONGE DOS ESPORTES


Publicada em: 11/10/2011 às 10h58m
Autor: Comunicação - CONFEF

Maioria dos brasileiros está longe dos esportes


Embora o país esteja prestes a receber dois dos maiores eventos mundiais do esporte -as Olimpíadas e a Copa do Mundo-, 62,6% dos brasileiros não praticam nenhuma de suas modalidades.

A conclusão é de um estudo feito pela consultoria de marketing esportivo Sport+Markt, que entrevistou mais de 46 mil pessoas em todos os Estados do país.

E, se o brasileiro anda sedentário, a situação da brasileira é ainda mais preocupante. Apenas 27,6% das mulheres fazem regularmente algum tipo de esporte.

"Muitas mulheres ainda dedicam parte do seu dia a outros afazeres, como cuidar da casa e da família, o que acaba se refletindo no resultado final", disse Cesar Gualdani, sócio-diretor da empresa, com base no que a equipe da pesquisa ouviu de justificativa das participantes.

Além do gênero, o nível econômico e a faixa etária também influenciam na prática esportiva. O estudo mostrou que as pessoas mais ativas são as que têm condição financeira mais elevada.

O Sul é a região proporcionalmente com a maior quantidade de pessoas praticando esportes, quase 54% dos homens e 32% das mulheres. Entre os homens, a cidade de São Paulo ocupa a terceira posição na lista das capitais mais esportivas. Com 54,5% deles praticando alguma modalidade, fica atrás apenas de Porto Alegre (61%) e de Florianópolis (54,9%).

As mulheres paulistanas não são tão ativas -com 25,6%, a cidade ocupa a nona posição na lista encabeçada por Florianópolis, que tem Santos na sétima posição.

Apesar das praias, as cariocas ocupam apenas a 15ª colocação no ranking. "Esse resultado é preocupante. A obesidade hoje é uma epidemia no Brasil. Precisamos aproveitar a visibilidade dos grandes eventos esportivos para divulgar a importância de se exercitar", disse Jorge Steinhilber, presidente do Conselho Federal de Educação Física.

Como esperado, futebol lidera com folga a preferência nacional

O futebol reina absoluto entre os esportes mais praticados no país. Sua versão "tradicional" -de campo- é praticada por 11,6% dos brasileiros e lidera a lista das modalidades favoritas.

O futsal vem logo atrás, na terceira posição, praticado por 6,4% das pessoas. O chamado futebol society (jogado em grama sintética e com sete jogadores) ocupa a quinta colocação, com 2,8%.

Apesar do domínio da bola no pódio, a corrida e a caminhada também mostraram sua força. Agrupadas na mesma categoria que o atletismo, as modalidades estão na vice-liderança, sendo praticadas por 6,5% dos brasileiros.

Considerando só as mulheres, o grupo corrida/caminhada/atletismo é o mais praticado e lidera com folga em todas as regiões do país. "Corrida e caminhada são mais simples de começar porque não precisam de uma grande estrutura material ou de aparelhos", avalia Jorge Steinhilber, presidente do Conselho Federal de Educação Física.

Ele alerta, porém, que apesar da aparente simplicidade é importante ter orientação de um profissional. "Se mal executados, esses exercícios podem facilmente provocar uma lesão", disse.

De acordo com Steinhilber, do ponto de vista da saúde, não existe uma modalidade melhor do que a outra. Alguns esportes, como o remo e a natação, no entanto, são mais completos porque trabalham praticamente todos os grupos musculares. Enquanto a natação é praticada por apenas 1,7% dos brasileiros, o remo não tem nem um lugar só seu na lista. Ele aparece agrupado em "outros", que são praticados por 2,5% das pessoas.

Capital do skate

São Paulo é a cidade onde há mais gente andando de skate, com 1,2% de adeptos. "São Paulo tem essas características urbanas que favorecem o esporte", explica Cesar Gualdani, da Sport+Markt, a consultoria que realizou o estudo.

Santos, no litoral paulista, é a cidade que tem proporcionalmente mais surfistas (2,9%). Já Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, é a cidade com mais homens jogando basquete.

Fonte: Folha de S. Paulo


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O Design do Mobiliário Escolar e sua Influência na Ergonomia da Sala de Aula




Posted: 06 Sep 2011 08:30 AM PDT

A criança, a família e a condição social sempre foram apontadas como as principais responsáveis pela repetência escolar, no entanto, se verifica que a questão é muito mais complexa, e que não se pode isentar da responsabilidade o ambiente da sala de aula e a arganização do sistema educacional.

A saúde escolar é um conjunto de atividades desenvolvidas por uma equipe multiprofissional, envolvendo inclusive o professor, que visa a promover, proteger e recuperar a saúde do ser humano em idade escolar, que está dentro ou fora da escola, da maneira mais precoce possível, através de ações engativas e assistenciais, que levem em conta suas origens e a realidade da vida, interagindo com os recursos institucionais disponíveis na comunidade, assim como a família buscando influir, de maneira decisiva, no ambiente físico e emocional da escola, no processo de ensino, da saúde e na assistência integral à saúde pessoal da criança.

De acordo com a Lei das Diretrizes e Bases da Educação, o calendário escolar anual tem que ter, obrigatoriamente, duzentos dias letivos, com no mínimo quatro horas por dia e duração de 11 anos para a conclusão da educação básica, sem contar a desistência e repetência. A maior parte deste tempo os alunos passam sentados em um mobiliário escolar inadequado, principalmente quando não atendem às especificações da NBR 14006 quanto aos parâmetros antropométricos de seus usuários. O mobiliário escolar é sem dúvida um elemento essencial e de suma importância no processo educacional, pois é o responsável pelo conforto físico e psicológico do aluno, favorecendo seu aprendizado e deve ser saudável, adequado ao uso e ao conteúdo do pedagógico da escola.


Figura 01 – Aluno do 12º ano e do 6º ano – Desconfortos oriundos de diferentes medidas antropométricas utilizando o mesmo mobiliário escolar.

Os espaços educacionais devem proporcionar um ambiente confortável aos seus usuários, para que assim proporcione um melhor rendimento escolar em todos os seus seguimentos de ensino em todas as classes sociais, visto que o crescimento também é afetado por questões nutricionais. No Brasil infelizmente são utilizados mobiliários inadequados, não respeitando a antropometria dos usuários, comprometendo os estudos dos escolares por estarem expostos às situações constrangedoras tanto para a realização da escrita, da leitura e para a própria postura, contribuindo para o surgimento de patologias na fase de crescimento.

Fatores relacionados ao bem estar e saúde poderá causar um prejuízo significativo no rendimento escolar, pois crianças e adolescentes com sintomas cotidianos de dores, não despertará interesse em assimilar conteúdos, visto que a concentração e vontade de aprender será prejudicada. Por este motivo deve-se oferecer mobiliários que se adaptem ao ser humano e ao seu trabalho para que, assim, seja possível evitar danos à saúde, principalmente na idade escolar, que é uma fase de crescimento, pois, de acordo com o avanço dos anos, vai se tornando mais difícil obter resultados em termos de correção postural, devido a definição do crescimento ósseo. Os constrangimentos, em virtude da postura sentada na escola, têm influência direta do mobiliário utilizado, pois um mobiliário escolar inadequado é o principal causador do desconforto nas costas, pernas, braços, pescoço, ombros e pés.

Mobiliários escolares não devem ser dimensionados para o usuário médio, pois este não existe. Pois as pessoas que se enquadram nas medidas antropométricas de percentil 5% e 95%, não são atendidas, e terão afetada a sua saúde diminuindo seu rendimento escolar. Assim a manutenção de uma postura corporal desconfortável pode ser o principal fator da hiperatividade, falta de interesse e queda no rendimento escolar. Neste sentido para que um mobiliário seja considerado adequado, ele deve proporcionar uma facilidade de movimentação do corpo, com o mínimo de esforço e que possibilite adequação ergonômica.

Torna-se importante conscientizar políticos e toda a comunidade escolar das consequências de um mobiliário escolar com design inadequado, alertando, que toda criança necessita de uma escola segura, confortável e alegre para que seu objetivo, que é educar, seja plenamente atingido.